Somos uma empresa que atua desde 1960 no segmento de forjados de pequeno e médio porte, em quaisquer ligas, destinadas a todas as aplicações exceto as especificamente bélicas.
Temos como missão desenvolver, implementar, e praticar uma administração baseada nos ensinamentos de Cristo com visão sistêmica, com a finalidade de otimizar as condições de evolução ampla de seus sócios, levando-os a se tornarem líderes servidores.
Clique Aqui e acesse nossa certificação ISO 9001.
Nossa empresa possui uma administração inovadora, no que diz respeito à relação capital e trabalho.
Os parâmetros nos quais se baseia a nossa administração são os seguintes:
Em decorrência destes parâmetros, nossa administração tem como características principais:
Estas características, permitem o pleno exercício da escolha por parte de todos, promovendo oportunidades iguais de crescimento, independentemente das atividades exercidas na empresa.
Ama o teu cliente, é ele que te dá o trabalho
Ama o teu fornecedor, é ele que te ampara.
Ama o teu colega, é ele que te auxilia com a tua carga.
Ama o teu orientado, é ele a quem deves apoio.
Ama o teu orientador, é ele que te encaminha.
Ama a humildade, é ela que te faz crescer.
Ama o trabalho, é ele que te realiza.
Ama o aprendizado, é ele que te esclarece.
Ama a honestidade, é ela que te dá amigos.
Ama a justiça, é ela que te tranquiliza.
Praticando Nossos Mandamentos e os Ensinamentos de Jesus Cristo com visão sistêmica, nossos compromissos são:
Assembleia da Alta Direção
Guarulhos, 09 de março de 2018
História publicada no livro SAGAS DE HERÓIS E CAVALEIROS , MITOLOGIA GERMÂNICA, vol 1, de Martin Beheim-Schwarzbach, editado pela Editora Paz e Terra, tradução de Gisela Eckschmidt do original HELDEN UND RITTERSAGEN – Edição Verlag Karl Ueberreuter, Wien. Wieland, segundo a mitologia germânica, é o nome de um ferreiro, filho do gigante Vadoso e neto do rei Wiking.
Aprendeu seu ofício com os famosos anões Elberich e Goldmar, os mais habilidosos ferreiros de todo o mundo, com os quais conseguiu um anel mágico de ouro, que tinha o poder de escravizar a quem o portador do anel escolhesse.
A habilidade de Wieland como ferreiro e a posse do anel mágico, o tornaram muito famoso e despertaram a inveja e a cobiça de muitos, inclusive a de Nidung, o rei dos niaros, pai de Batilde, uma linda moça, que queria o anel para si, e de outros dois filhos menores.
Para satisfazer o pedido de sua filha, o rei com vários cavaleiros roubou o anel de Wieland.
Wieland, arrastado pelo poder do anel, acabou indo parar no castelo do rei Nidung. Como este não o havia visto durante o roubo do anel, acabou permitindo que Wieland ficasse como ajudante de Amilias, o ferreiro do castelo, usando o nome Goldbrand.
Depois de algum tempo, conheceu Batilde, que não deu a menor atenção a ele. Mas vendo que ela usava o seu anel, percebeu que era por ela que estava perdidamente apaixonado, sob a influência do anel.
Depois que Wieland venceu o desafio que o rei lançou entre ele e Amilias, o rei percebeu que Goldbrand na verdade era Wieland, mas mesmo assim o convidou para ficar, agora como seu hóspede.
Posteriormente, traído por alguns cavaleiros e pelo próprio rei, que não queria cumprir a promessa de lhe entregar a mão de sua filha, Wieland acabou preso em uma ilha, após ter os tendões de seu pés cortados, para que não fugisse, sendo obrigado a trabalhar para o rei.
No seu isolamento, Wieland começou a forjar arames finíssimos com restos de material, usando-os para fazer um par de asas, esperando o momento de se vingar do rei.
Um dia, Batilde mandou o anel para Wieland, para que este o consertasse, e uma vez com o anel em suas mãos, mandou chamar Batilde pela criada, para lhe dizer que não o devolveria, para que ela sentisse o seu sofrimento.
Terminando o par de asas, Wieland voou até o castelo e amaldiçoou o rei Nidung, e voltou para casa voando, aproveitando as correntes aéreas.
Ao chegar, teve suas feridas dos pés curadas pelo irmão Helferich que era médico, voltando a andar normalmente.
Parou de viajar, se dedicando ao seu ofício, até que, um dia, apareceu, à porta de sua casa, uma mulher, que era Batilde, aquela a quem ainda amava.
Contando que o pai havia morrido em consequência da invasão de seu reino, e que havia sido feita prisioneira, tendo conseguido escapar, pediu a Wieland que a aceitasse, como sua serva.
Wieland, percebendo que Batilde, outrora tão orgulhosa e inatingível, havia mudado, enternecido com a sua humildade, colocou o anel no dedo de sua amada, e levou-a para casa.
As asas que havia feito acabaram enferrujando, e nunca mais levaram ninguém pelos ares.